Pode partir...
De braços abertos te entrego,
As voltas constantes do mundo,
Para que teus anseios vorazes de vida,
Em teus braços adormeçam serenos,
E assim não consuma sua esperança.
Pode partir, não serei escravo da dor, nem profeta do rancor,
Estarei de pé, em silêncio,
Observando os barcos desaparecendo no horizonte.
E terei o coração navegante,
Esperançoso, de um olhar mais que qualquer fitar, ao encontrar a nova terra.
E ao sentir a brisa leve, estarei certo, e semearei um jardim,
Flor em flor, a cada amor perdido, transformando a tristeza de cada adeus,
Em uma flor de esperança.
E assim saberei dos mistérios, e dos caminhos sinuosos,
que a vida e a sorte pode me trazer.
(Eduardo E.S.P.Dias)
Blog Do Doo
Sobre coisas da vida, com o intuito de dividir pensamentos.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Fênix
Fênix
Nebulosos pensamentos,
enquanto a dor que transpassa meu peito,
como uma espada, segue e sangra,
tento respirar como um ultimo suspiro,
a angustia do fim que se aproxima.
Quis o segredo revelar,
estilhaçando meu peito em mil pedaços,
ao provar da essência do teu desprezo,
do teu abandono.
Enquanto em nuvens meus pensamentos te levavam,
o chão sob meu pés se partia,
trama sua, prazer impuro,
ao arquitetar a minha queda.
Em doces palavras louco amor,
você que fere sem sentir,
e que parte sem despedida,
uma hora terá seu fim,
tendo o anseio em meu peito,
renascendo em vida enfim.
(Eduardo Do E.S.P.Dias)
Nebulosos pensamentos,
enquanto a dor que transpassa meu peito,
como uma espada, segue e sangra,
tento respirar como um ultimo suspiro,
a angustia do fim que se aproxima.
Quis o segredo revelar,
estilhaçando meu peito em mil pedaços,
ao provar da essência do teu desprezo,
do teu abandono.
Enquanto em nuvens meus pensamentos te levavam,
o chão sob meu pés se partia,
trama sua, prazer impuro,
ao arquitetar a minha queda.
Em doces palavras louco amor,
você que fere sem sentir,
e que parte sem despedida,
uma hora terá seu fim,
tendo o anseio em meu peito,
renascendo em vida enfim.
(Eduardo Do E.S.P.Dias)
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Inocência
Inocência
É difícil ser criança,
Não temos amigos verdadeiros,
Nem o papel e a caneta,
Podem guardar em um diário,
Nossos sonhos e desejos.
O que querem?
Uma aquarela sem cor?
Um poeta sem amor?
Um mundo de rancor?
A sua criança interior morreu enquanto você crescia,
Olhou embaixo da cama,
E nenhum monstro existia.
Entre sorrisos e lágrimas,
Acertou, errou.
Cresceu!
E porque insiste que o ser perfeito, tem que ser eu.
Quero correr,
Sentir o vento,
E quem sabe voar.
Pode ser que eu não consiga,
Mas não me proíba de sonhar.
Eduardo Do E.S.P.Dias.
É difícil ser criança,
Não temos amigos verdadeiros,
Nem o papel e a caneta,
Podem guardar em um diário,
Nossos sonhos e desejos.
O que querem?
Uma aquarela sem cor?
Um poeta sem amor?
Um mundo de rancor?
A sua criança interior morreu enquanto você crescia,
Olhou embaixo da cama,
E nenhum monstro existia.
Entre sorrisos e lágrimas,
Acertou, errou.
Cresceu!
E porque insiste que o ser perfeito, tem que ser eu.
Quero correr,
Sentir o vento,
E quem sabe voar.
Pode ser que eu não consiga,
Mas não me proíba de sonhar.
Eduardo Do E.S.P.Dias.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Rotina
Rotina
Em uma manhã, perdida,
Entre planos e planilhas,
Números e tecnologia,
Aos poucos enlouquecia.
O mundo lá fora me chamava,
Para por o pé na estrada.
Encontrar-me na praia,
Vendo o balanço do mar.
1 desejo, 1 pensamento,
2 minutos de silêncio,
3 segundos de lamento,
4 dias de sorrisos,
5 meses no paraíso,
6 passos escutei no corredor,
7 pilhas de papel,
8 vezes praguejei,
9 vezes planejei
10 minutos sob o sol.
(Eduardo Do E.S.P.Dias)
Em uma manhã, perdida,
Entre planos e planilhas,
Números e tecnologia,
Aos poucos enlouquecia.
O mundo lá fora me chamava,
Para por o pé na estrada.
Encontrar-me na praia,
Vendo o balanço do mar.
1 desejo, 1 pensamento,
2 minutos de silêncio,
3 segundos de lamento,
4 dias de sorrisos,
5 meses no paraíso,
6 passos escutei no corredor,
7 pilhas de papel,
8 vezes praguejei,
9 vezes planejei
10 minutos sob o sol.
(Eduardo Do E.S.P.Dias)
Véu noturno
Véu noturno
Sob o véu noturno,
Jaze o silencio que almeja,
O grito cortante de um sentimento,
Que principia,
Alastra-se e não finda.
Sob a luz das estrelas,
Pensamentos infinitos,
Sob o infinito universo,
Leva-me a ti,
E me traz o saber.
Deixo-me levar,
Nas areias do tempo,
À fonte do sentimento,
Que anseia a pureza do teu mar.
E quando um segredo o vento,
Sussurra em meu ouvido, chego acreditar,
Que há mais entre nós,
Que é a tua voz,
Vejo no céu teu olhar...
E quando em teu semblante desvendar,
Os segredos que habitam a primavera,
Não haverá razão do amor fenecer,
Tendo nas mãos o cálice da imortalidade,
Hei de entregar o meu viver,
Tendo da fonte do prazer,
O caminho judicioso de te amar.
(Eduardo Do E.S.P.Dias)
Sob o véu noturno,
Jaze o silencio que almeja,
O grito cortante de um sentimento,
Que principia,
Alastra-se e não finda.
Sob a luz das estrelas,
Pensamentos infinitos,
Sob o infinito universo,
Leva-me a ti,
E me traz o saber.
Deixo-me levar,
Nas areias do tempo,
À fonte do sentimento,
Que anseia a pureza do teu mar.
E quando um segredo o vento,
Sussurra em meu ouvido, chego acreditar,
Que há mais entre nós,
Que é a tua voz,
Vejo no céu teu olhar...
E quando em teu semblante desvendar,
Os segredos que habitam a primavera,
Não haverá razão do amor fenecer,
Tendo nas mãos o cálice da imortalidade,
Hei de entregar o meu viver,
Tendo da fonte do prazer,
O caminho judicioso de te amar.
(Eduardo Do E.S.P.Dias)
Refugio
Refugio dos meus desejos, teus olhos ainda um segredo.
Faço-me em pedaços partindo meu coração na madrugada. O relógio transparece que o tempo da espera é longo, mas não supera o tempo que fixo meu pensamento em tua lembrança. Pensas em mim? Inutilmente meu coração palpita buscando o bem estar de sentir os lábios teus, e dizer-te o quanto te desejo, mas quando tão perto de ti as palavras perdem o sentido, pois nada que te quisesse dizer seria fiel a minha verdade, ao meu desejo. Meus versos imprecisos não podem transcrever a beleza natural que irradia teus olhos ao brilho do luar, tua doce voz uma antiga canção em meus ouvidos, furta-me os sentidos e me leva a crer que estou certo, precisamente sobre o que preciso. Encontro-te em tudo que vejo, em toda beleza, em todo amor e poesia que existe, e por demais amar esse estranho amor que me pertence, que talvez nem distante passe em teu pensamento que existe, encontro a razão para meu viver. Mas o que é o viver se não fenecer de tanto amar? Não importa que fim me reserve o destino, se não for aninhar-me em teu seio e ouvir teus mais íntimos segredos. Posso aceitar que o tempo passe, mas antes desta noite terminar quero encontrar a luz que será minha estrela guia, e que além de um devaneio tolo me trará a poesia que existe em cada gesto seu.
À noite o sonho vem,
O sonho o amor me traz,
O amor desperta com o amanhecer,
Amanhecer cruel e mordaz.
Fonte pura que transborda,
Em mim o anseio de estar,
Na paz sublime que existe no viver,
Na luz da lua que habita teu olhar.
(Eduardo E.S.P.Dias)
Faço-me em pedaços partindo meu coração na madrugada. O relógio transparece que o tempo da espera é longo, mas não supera o tempo que fixo meu pensamento em tua lembrança. Pensas em mim? Inutilmente meu coração palpita buscando o bem estar de sentir os lábios teus, e dizer-te o quanto te desejo, mas quando tão perto de ti as palavras perdem o sentido, pois nada que te quisesse dizer seria fiel a minha verdade, ao meu desejo. Meus versos imprecisos não podem transcrever a beleza natural que irradia teus olhos ao brilho do luar, tua doce voz uma antiga canção em meus ouvidos, furta-me os sentidos e me leva a crer que estou certo, precisamente sobre o que preciso. Encontro-te em tudo que vejo, em toda beleza, em todo amor e poesia que existe, e por demais amar esse estranho amor que me pertence, que talvez nem distante passe em teu pensamento que existe, encontro a razão para meu viver. Mas o que é o viver se não fenecer de tanto amar? Não importa que fim me reserve o destino, se não for aninhar-me em teu seio e ouvir teus mais íntimos segredos. Posso aceitar que o tempo passe, mas antes desta noite terminar quero encontrar a luz que será minha estrela guia, e que além de um devaneio tolo me trará a poesia que existe em cada gesto seu.
À noite o sonho vem,
O sonho o amor me traz,
O amor desperta com o amanhecer,
Amanhecer cruel e mordaz.
Fonte pura que transborda,
Em mim o anseio de estar,
Na paz sublime que existe no viver,
Na luz da lua que habita teu olhar.
(Eduardo E.S.P.Dias)
Inconstante
Inconstante
Oásis no deserto, os teus lábios fonte pura de desejo me calam a boca com um beijo, mata minha sede e afaga meu desejo. O anseio de deitar-te em lençóis brancos eleva meu anseio de eternizar o momento de amor em que alcançamos as estrelas.
Fonte pura que transborda,
Meu peito com teu encanto.
De onde vem tanto encanto?
De onde a flor púrpura reina em um jardim celeste?
Não caberia a mim simples mortal saber,
Dos segredos que habitam os lábios teus,
Mas pude provar do teu desejo e beber,
O néctar sagrado da tua pureza.
A rosa dos ventos me aponta mil direções. Meus passos caminham entre outros passos, perdidos me levam a crer que devo te sentir em cada gesto meu, pois em mim ficou guardado e somente assim poderei encontrá-la minha amada. Profetizado meu destino em um sonho desvairado, me desperta a vida na realidade lastimável de estar tão longe de ti, mas como posso acreditar nesta realidade, se te sinto em cada batida do meu coração?
Julgai-me incapaz de ser?
Por que em um véu noturno,
Fez-se a passos largos,
Distante do calor dos meus sentimentos?
Julgai minhas vestes impuras?
Qual clamor de minhas angustias me faria merecedor,
Da poesia sublime de tuas palavras?
Da almejada paz minha,
Que em teu seio faz morada?
A noite cai, e lado a lado como dois amantes noturnos, minhas angustias caminham pelas ruas sem destino, buscando um sorriso teu ou qualquer alivio, quem sabe o caminho certo para ser digno de teus anseios. No vão das coisas que um dia te disse há outras coisas, que talvez eu nunca possa te dizer, mas há, e são de tal beleza quanto o crepúsculo.
Finda a tarde,
Em uma união de cores a noite principia,
Diz-me em sonhos tua fala,
Que há no vento a verdade escondida,
De onde teus olhos vêem,
O sol no horizonte que levemente a tarde finda.
Louco amor meu, de onde ouvir esta canção lembra-te de mim, de uma antiga canção levada pelo vento, em que o calor dos meus sentimentos irradia a busca incessante do meu olhar, por teu olhar, por tua vida.
Por todo amor e poesia.
(Eduardo E.S.P.Dias)
Oásis no deserto, os teus lábios fonte pura de desejo me calam a boca com um beijo, mata minha sede e afaga meu desejo. O anseio de deitar-te em lençóis brancos eleva meu anseio de eternizar o momento de amor em que alcançamos as estrelas.
Fonte pura que transborda,
Meu peito com teu encanto.
De onde vem tanto encanto?
De onde a flor púrpura reina em um jardim celeste?
Não caberia a mim simples mortal saber,
Dos segredos que habitam os lábios teus,
Mas pude provar do teu desejo e beber,
O néctar sagrado da tua pureza.
A rosa dos ventos me aponta mil direções. Meus passos caminham entre outros passos, perdidos me levam a crer que devo te sentir em cada gesto meu, pois em mim ficou guardado e somente assim poderei encontrá-la minha amada. Profetizado meu destino em um sonho desvairado, me desperta a vida na realidade lastimável de estar tão longe de ti, mas como posso acreditar nesta realidade, se te sinto em cada batida do meu coração?
Julgai-me incapaz de ser?
Por que em um véu noturno,
Fez-se a passos largos,
Distante do calor dos meus sentimentos?
Julgai minhas vestes impuras?
Qual clamor de minhas angustias me faria merecedor,
Da poesia sublime de tuas palavras?
Da almejada paz minha,
Que em teu seio faz morada?
A noite cai, e lado a lado como dois amantes noturnos, minhas angustias caminham pelas ruas sem destino, buscando um sorriso teu ou qualquer alivio, quem sabe o caminho certo para ser digno de teus anseios. No vão das coisas que um dia te disse há outras coisas, que talvez eu nunca possa te dizer, mas há, e são de tal beleza quanto o crepúsculo.
Finda a tarde,
Em uma união de cores a noite principia,
Diz-me em sonhos tua fala,
Que há no vento a verdade escondida,
De onde teus olhos vêem,
O sol no horizonte que levemente a tarde finda.
Louco amor meu, de onde ouvir esta canção lembra-te de mim, de uma antiga canção levada pelo vento, em que o calor dos meus sentimentos irradia a busca incessante do meu olhar, por teu olhar, por tua vida.
Por todo amor e poesia.
(Eduardo E.S.P.Dias)
Assinar:
Postagens (Atom)