Despedida
Cansei dos teus olhos risonhos cheios de malicia,
E do perfume ébrio de tua pele,
Das belezas destas manhãs,
E do ardor de tuas palavras.
Não beberei mais desta fonte,
Nem farei das minhas poesias teu altar,
Pois de nada vale amar,
Com a certeza de uma mentira viver.
Pelas tardes seguirei de pés descalços,
E me arrastarei pelas noites escuras,
Vestir-me-ei de dor,
E assim viverei,
Até renascer no amor.
Por : Eduardo Do E.S.P.Dias.
Muito obrigado aos olhos atentos, até a próxima
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